Páginas

Tradutor do Blog do Folador

Mostrando postagens com marcador câmara. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador câmara. Mostrar todas as postagens

sábado, 22 de junho de 2013

Anonymous se manifesta contra a corrupção do governo brasileiro



Veja alguns videos publicados no site do YOUTUBE onde os Anonymous demostra manifestações contra a corrupção e o governo brasileiro.

Anonymous Representa o conceito de muitos usuários de comunidades online existindo simultaneamente como um cerébro global. O termo Anonymous também é comum entre os membros de certas subculturas da Internet como sendo uma forma de se referir às ações de pessoas em um ambiente onde suas verdadeiras identidades são desconhecidas.




Mentiras da DIlma Roussef



Redução valores Transporte é uma farsa




Manipulação das Massas







terça-feira, 5 de março de 2013

Maçonaria se prepara para escolher seu novo grão-mestre



No próximo dia 9, cerca de 40 mil homens que frequentam rituais secretos semanais, usam códigos para reconhecimento mútuo e se tratam socialmente como "irmãos" irão às urnas para escolher seu líder máximo.

Em quase 3.000 lojas maçônicas pelo país, os maçons que ostentam o título de "mestre" do Grande Oriente do Brasil (GOB) --o maior ramo da maçonaria brasileira-- irão escolher seu próximo soberano grão-mestre geral.

Cheia de simbolismos, a organização reproduz internamente a hierarquia institucional da República, com deputados, juízes, governadores e outros. Dentro da instituição, e guardadas as proporções, o cargo em disputa equivale ao da presidente Dilma Rousseff.



 A maçonaria costuma ser definida pelos próprios maçons como um clube que reúne "homens livres e de bons costumes", patrióticos e engajados em promover os princípios do lema "liberdade, igualdade e fraternidade".

Os rituais secretos são feitos em templos decorados com imagens celestes, falsas colunas gregas e símbolos do zodíaco. Lojas são os grupos fixos de maçons que se reúnem para os rituais.

Dentro da ordem há várias designações, usadas conforme o status do filiado: chanceler, guardião, soberano, venerável, eminente e sapientíssimo são algumas delas.

Em certos locais, maçons são reconhecidos pelo engajamento em ações filantrópicas. No senso comum, levam a fama de homens influentes e misteriosos que se ajudam para enriquecer, "um estereótipo bem distante da realidade", diz o engenheiro Francisco Anselmo, deputado maçom e estudioso do assunto.
   
 DISPUTA

Na eleição do GOB, o Grande Oriente do Brasil, o candidato mais conhecido é o senador (da República mesmo) Mozarildo Cavalcanti, do PTB de Roraima. Como maçom, ele é deputado da Assembleia Federal Legislativa da entidade. "Sou o único brasileiro deputado e senador ao mesmo tempo", gosta de repetir.

Concorrendo pela terceira vez --ele perdeu em 1993 e 1998--, Mozarildo tirou quatro meses de licença do Senado para dedicar-se com mais afinco à campanha. Com isso, deixou de participar da eleição de Renan Calheiros (PMDB-AL) para presidente do Congresso, por exemplo.

O nome de Mozarildo ganhou algum destaque no noticiário na época da demarcação da terra indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima. Ele era contra a remoção dos fazendeiros da área, mas acabou derrotado quando o Supremo Tribunal Federal bateu o martelo sobre o tema.

Mozarildo ainda costuma ser citado como o campeão do uso da Cota para Exercício da Atividade Parlamentar, a verba para reembolso de viagens, consultorias e outros gastos. Em 2012, ele usou R$ 464 mil contra uma média de R$ 268 mil de seus colegas. Em 2011, também liderou. 



 Na maçonaria, porém, ele é mais conhecido como o maior propagador da ideologia maçônica no Congresso. Uma pesquisa simples no site do Senado lista 87 pronunciamentos de Mozarildo sobre o assunto. Para efeito de comparação, o site informa que Eduardo Suplicy (PT-SP) fez 77 pronunciamentos com a expressão "renda básica".

No plenário, Mozarildo já leu o Manifesto da Grande Loja Maçônica de Roraima, já prestou homenagem ao Dia do Pai Maçom e já fez "uma análise do papel histórico da maçonaria no mundo, ressaltando a operosidade da instituição no contexto social".

Um dos maiores orgulhos do senador no parlamento é o livro "O Senado e a Maçonaria" (472 páginas), assinado por ele e pelo ex-senador Efraim Morais (DEM-RN), também maçom. Impressa na gráfica do Senado, a obra reúne 44 discursos de atuais e ex-senadores sobre o tema.

TRADIÇÃO

Em campanha, Mozarildo faz discurso pela abertura do Grande Oriente. "A maçonaria precisa sair da clausura, ser menos conservadora", diz. "Não pode se contentar em ser uma entidade só de cerimônias e condecorações."

Suas ideias de abertura, porém, não contemplam a revisão de algumas regras discriminatórias da entidade, como a recusa à participação de mulheres e o veto à filiação de deficientes físicos, tradições herdadas da Idade Média, dos primeiros grupos de pedreiros de templos, muralhas e castelos na Europa--a origem da instituição.

Outra cláusula fundamental da maçonaria é a não aceitação de ateus. Todo filiado é obrigado a acreditar em algum ser superior, independentemente da religião. Como pode ser qualquer deus, esse ser superior é chamado internamente de Grande Arquiteto do Universo, simbolizado pela letra "G".

Um dos concorrentes de Mozarildo na disputa é o atual grão-mestre geral do Grande Oriente do Brasil, o servidor público aposentado do Banco Central Marcos José da Silva, candidato à reeleição.
Editoria de Arte/Folhapress

Silva faz campanha ressaltando realizações de sua gestão, sempre dando ênfase aos aspectos financeiros. Além da manutenção de anuidade de R$ 90 por cinco anos "sem reajuste", o destaque é a construção de um centro cultural maçônico de 4.900 m² em Brasília, "obra de R$ 12 milhões totalmente paga à vista", ressalta João Guimarães, seu chefe de gabinete.

O terceiro aspirante é o advogado Benedito Marques Ballouk, membro do Tribunal de Contas do Município de São Paulo na "vida profana", como diz o jargão maçom; ex-grão-mestre de São Paulo na "vida maçônica", o equivalente a governador.

Na disputa, Ballouk também clama por modernização. Depois de exaltar a participação de maçons ilustres na Independência, na Proclamação da República e na Abolição da Escravatura --exaltações, aliás, feitas por todos os maçons ouvidos para esta reportagem--, Ballouk repete o mantra de sua campanha: "A maçonaria precisa voltar a ser parte da elite estratégica do país; hoje somos só uma elite convencional".

INFLUÊNCIA


Fundado em 1822, o Grande Oriente do Brasil é uma das três maiores "potências" maçônicas do país. Em 1927, por divergências eleitorais, um grupo saiu e fundou uma ordem concorrente, conhecida como Grandes Lojas. Em 1973, após nova ruptura, surgiu a "obediência" Grandes Orientes Independentes. Estima-se que, juntas, as três tenham 220 mil maçons.
O próximo comandante do Grande Oriente deverá assumir o controle da entidade num momento histórico paradoxal em seus 190 anos.

Contando mestres (os únicos votantes), companheiros e aprendizes --os três estágios internos--, são 78 mil maçons associados à ordem. A entidade nunca teve tanta gente. Mas, numa avaliação bastante comum entre os próprios adeptos, nunca foi tão pouco influente.

Entre os notáveis sempre louvados estão figuras como José Bonifácio, Patriarca da Independência e primeiro grão-mestre da instituição, D. Pedro I, Rui Barbosa, marechal Deodoro da Fonseca e Joaquim Nabuco.

Hoje, o mais ilustre é o vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB), que, no entanto, não costuma ser citado com muito entusiasmo por seus "irmãos". "Faz tempo que ele não aparece por aqui, acho que está inativo", diz o coronel aposentado da Polícia Militar de São Paulo Antonio Carlos Mendes, maçom oficial de gabinete do Grande Oriente paulista.

Nas contas de Mozarildo, há hoje 58 deputados federais maçons no Congresso Nacional e outros seis senadores. "Uma das minhas propostas é organizar a bancada da maçonaria", afirma. "Imagine só: seria maior que a de muitos partidos de hoje."

Enquanto a bancada não se organiza, os maçons da Câmara e do Senado só são notados quando sobem à tribuna para prestar homenagens à organização quando é 20 de agosto, o Dia do Maçom. No Senado, os seis que sempre comparecem, além de Mozarildo, são Alvaro Dias (PSDB-PR), Cícero Lucena (PSDB-PB), Gim Argelo (PTB-DF), Jayme Campos (DEM-MT), Sérgio Souza (PMDB-PR) e Valdir Raupp (PMDB-RO).










fonte: Folha de S. Paulo

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Serviços permitem postar mensagem de voz em redes sociais




A Claro anunciou, nesta segunda-feira (24), o lançamento do serviço Post de Voz, que permite que os clientes da empresa postem mensagens de voz em suas páginas do Twitter e do Facebook. A Nextel oferece um serviço semelhante.

Para usar o Post de Voz, o usuário deve entrar no site da empresa, registrar seus dados e dar informações das redes sociais. Para fazer o post, é preciso ligar para o número *789 e gravar a mensagem. O custo para fazer a gravação é de R$ 0,31 e impostos.

O serviço da Nextel, o Push to Tweet, funciona de maneira parecida, mas apenas no microblog. O usuário faz um cadastro em um site da Nextel, fornece suas informações da conta do Twitter e recebe um número de rádio para postar as mensagens de voz.



fonte: G1

sábado, 24 de setembro de 2011

Não haverá problemas. Gerdau e a Copa

 
 

A Câmara de Política de Gestão e Competitividade se reuniu na manhã desta desta sexta-feira (23/9) no Palácio do Planalto para discutir processos referentes à melhoria da gestão nos Ministério da Saúde, Justiça e Esporte. Após o encontro em que participaram os membros do grupo consultivo e representantes do governo federal, o empresário Jorge Gerdau Johannpeter, presidente da Câmara, concedeu entrevista coletiva.

“Demos uma repassada na questão da gestão no Ministério da Saúde; processos que estavam em andamento já tiveram evoluções importantes em termos de economia, em termos de centralização e acompanhamento de gestão da parte de compras. Depois tivemos um segundo trabalho feito em relação ao Ministério da Justiça, que também está dando um aprimoramento nos macroprocessos na parte de estrutura”, informou.

Outros temas que mereceram destaque foram os relativos à preparação para a Copa do Mundo de 2014 que, segundo Jorge Gerdau, obtiveram avanços. Ele destacou três pontos discutidos na reunião: a execução das obras dos estádios, a concessão de aeroportos e a segurança no Mundial; este último, ainda em aprofundamento.

Sobre os estádios, o empresário afirmou que, de modo geral, o andamento das obras é satisfatório e que “não existe uma preocupação, praticamente, de que haverá problemas”. Da parte dos aeroportos – informou Gerdau – verifica-se que, com as definições que foram estabelecidas pelo governo, o sistema de concessões está em fase final das análises jurídicas necessárias.

“Eu diria que os trabalhos estão indo bem. Da parte da Copa, nós estamos ampliando e aprimorando nossos processos de informações (…). Na reunião anterior que nós tivemos sobre a Copa, nós tínhamos uma série de gargalos que não estavam resolvidos, mas houve um avanço bom. Hoje, a fotografia geral nesse sentido está bem melhor.”

fonte: Planeta Osasco